Todas vocês que tem árvores frutíferas no quintal já devem saber que agora é a época dos morcegos!
Aqui em casa tem ameixeira, goiabeira, amoreira, acerola e outras árvores que não dão frutos. O abacateiro e a mangueira tivemos que cortar porque a hera venenosa sugou as árvores até secar. 

Nessa época de frutas dando em árvore, todas as noites os morcegos aparecem!
E ai de você se for no quintal com a luz apagada! Corre o risco de levar uma morcegada na cara ou um cocô na testa. Acendendo a luz, uma desviadinha já te salva do perigo!
Não é preciso dizer que toda a parede da casa que dá pro quintal fica cagadinha de morcegos até o fim do verão né? E todo ano tem que pintar. Fora as vezes que um morcego entra dentro de casa e aplicam-se diversos truques pra tirá-los.

Normalmente os morcegos fazem uns barulhinhos super "normais", parecido com o de rato. Essa madrugada, me assustei. Um deles deu um sibilar muito alto, longo e estridente. Me arrepiei toda. Foi um dos barulhos mais assustadores que já ouvi na minha vida, se não o mais! De manhã, perguntei se alguém tinha ouvido o tal barulho, meu pai disse que sim, e disse que se arrepiou de medo, assim como eu...

Agora, eu DE FATO entendo a fama dos morcegos de serem/terem ligação com o sobrenatural. As pessoas nunca entenderão essa fama até ouvirem o agudo sibilar do morcego na madrugada fria... 




Eu fui pra Campos do Jordão no sábado e tava quentinho no sol, mas friozinho na sombra. Agradável.
Campos do Jordão é uma cidade turística daquelas tipo Gramado: é na serra e tem arquitetura européia, é chamada de "A Suiça Brasileira", só que fica no interior de SP, no Vale do Paraíba, perto da divisa com Minas Gerais.

Bom, eu moro numa cidade vizinha à Campos do Jordão, mas fazia tempos que eu não ia lá.
Mas ainda prefiro ir lá fora da temporada. Aproveita-se melhor a arquitetura e paisagem. Eu quis tirar foto da arquitetura mas fui impossível, tamanha a quantidade de gente na rua. Estava lotado!
O tipo de gente que dá lá nesse época, não faz meu estilo. Patrcinhas de bolsas no antebraço, rapazes bonitos mas de mentes vazias, ricos e novos ricou ou classe média com um dinheiro a mais. Abstraio. Mas a vantagem é o clima frio e o Festival de Inverno que começa agora em julho.  

Enfim... minha amiga mudou pra lá, então é bem provável que eu volte lá de novo nesse inverno e em outras ocasiões.


Some people thinks that Brazil doesn't have winter or cold cities. Well, we do have! In the southeast of São Paulo State, we have a mountain range called "Serra da Mantiqueira", there... a small town called Campos do Jordão is located.

Of course in the summer the town has hot weather, but the town is famous exactly by its cold winter. It is a point of "winter tourism". The architeture is "bavarian inspired". As I live nearby, I take a tour to have some nice moments!



Me verá em uma Zombie Walk usando trajes esfarrapados, ensangüentada, com feridas abertas e tentando morder humanos? 
Nããããããooo!!

Me verá - talvez - em uma Zombie Walk vestida de Noiva do Frankenstein ou quiçá, Frankie Stein:
SIIIIM!!

Sou Lady, até pra ser Zumbi!
"Classe minha filha, classe! Mesmo que estejas morta por dentro".
Foi o que minha mãe me ensinou.

Claro que quando eu chegar em casa, farei meu ensopadinho de cérebro e vestirei meu look feito de couro humano, mas isso é segredin, não conto pra ninguém. 

Zumbis interessantes desse mundo:
E mais:
Noiva do Frank, filha do Frank e amiga do Frank (Kate Beckinsale)



Esqueça zumbis comedores de cérebro.

Zumbi é um ser humano dado como morto que foi posteriormente desenterrado e reanimado por meios desconhecidos. Quando reanimados exibiam um estado catatônico. Isso também pode ser chamado de Necromancia, comum em contos e histórias de terror.

No Haiti, a religião Vodu garante que uma pessoa viva pode ser transformada em um zumbi injetando-se duas substâncias específicas na sua corrente sanguínea (através de uma ferida). Acredita-se que estas substâncias associadas induzam um estado no qual ficam inteiramente sujeitas às vontades do "senhor" ao qual os enfeitiçou.
Na verdade, essas substâncias podem produzir uma psicose, os indivíduos passam a acreditar que estão mortos e passam a serem conhecidos por passear em cemitérios, exibindo atitudes e emoções deprimidas.

Esse é o tipo de zumbi que mais me atrai, o morto vivo reanimado, o necromântico, o ser em estado catatônico, e, no caso de uma pessoa depressiva: estar viva e estar "morta" (pra alegria da vida).

É na literatura e nos filmes que encontro "meu" estilo de zumbi, e principalmente, o zumbi-mor pra mim: Frankenstein de Mary Shelley.

Mary Shelley, escritora britânica nasceu em Londres. Frankenstein foi publicado pela primeira vez em 1818. Em 1815, Mary, seu futuro marido Percy Bysshe Shelley, foram passar o verão com o amigo e escritor Lord Byron e o médico John Polidori. Lord Byron propôs que os eles escrevessem, cada um, uma história de fantasmas.

Mais tarde, inspirado por um fragmento de Lord Byron, John Polidori escreveria o romance “O Vampiro”, que seria a primeira história ocidental contendo o vampiro como conhecemos hoje, e que décadas depois inspiraria Bram Stoker no seu Drácula. É curioso que Frankenstein e o Vampiro praticamente nasceram na mesma ocasião!
As experiências do filósofo natural e poeta Erasmus Darwin, que disse ter animado matéria morta, do galvanismo e a viabilidade de retornar à vida um cadáver ou partes de um corpo, podem ter influenciados Mary. A queda, a ruína, o poder exercido pela humanidade sobre a Natureza através da ciência e da tecnologia estão também presentes na obra. Outros temas abordados no livro são: a amizade verdadeira, preconceito, ingratidão e injustiça.

Ao contrário da forma como se tornou conhecida no cinema, a criatura de Frankenstein não era verde e sim amarelo "(...) Sua pele amarela mal cobria o relevo dos músculos e das artérias que jaziam por baixo; seus cabelos eram corridos e de um negro lustoso; seus dentes eram alvos como pérolas. Todas essas exuberâcias, porém, não formavam senão um contraste horrível com seus olhos desmaiados, quase da mesma cor acinzentada das órbitas onde se cravavam, e com a pele encarquilhada e os lábios negros e retos. (...)"

Frankenstein era a criatura queria apenas o amor, mas só encontrava julgamentos de sua aparência. Criado por Victor Frankenstein num laboratório isolado, feito de pedaços de corpos roubados de cadáveres do necrotério, do cemitério e da sala de dissecação da universidade, Victor dá vida à matéria morta e obtém sucesso na sua experiência, mas fica horrorizado com a coisa que havia criado e foge do laboratório. Voltando lá no dia seguinte, percebe que a criatura tinha desaparecido.

Mórbido, deprimente e dramático: "Tinha características suficientes para ser considerado um monstro. Sua aparência foi a causa de todos os problemas. As pessoas sentiam medo ao vê-lo.  Ele tinha tentado comunicar-se com as pessoas em várias ocasiões, mas sempre foi rejeitado". "Eu era sozinho por não ter ninguém como eu." Ele desejava carinho, proteção e companhia. Ele se torna então amigo de um cego que o respeita sem julgar sua aparência monstruosa.
Alguns afirmam que Frankenstein sempre assombrou a escritora a partir das lembranças sombrias de um pesadelo de Mary.

Assim como Robert Louis Stervenson dizia que havia sonhado “O médico e o Monstro” antes de escrevê-lo (o Monstro também é um zumbi!), J.K. Rowling diz que os dementadores vieram de uma experiência depressiva dela.
Os Cavaleiros Negros do Senhor dos Anéis são cavaleiros mortos, mas que vivem em estado catatonico obedecendo Sauron... e até mesmo Sauron morto fisicamente mas vivo em energia, é um zumbi.

O Médico e o Monstro, Witchking (Senhor dos Anéis)
e Dementadores (Harry Potter)

 

Um fantasma que caminha, um ser que não sabe e procura sua identidade,  um ser que vagueia sem saber onde veio e pra onde vai. Um ser com uma angústia interior. Uma busca profunda por si mesmo. Ou mesmo um trabalhador que faz ações mecânicas e automáticas em seu emprego. Esses zumbis são mais reais para mim, estão em todo lugar na nossa sociedade.
Vivos, mas vivendo sob o domínio dos outros e esquecendo ou buscando incessantemente seu lugar no mundo.


Eu já tive minha fase de amar vampiros (e ainda os adoro!), mas também me atraio por zumbis.
Hoje em dia eles já estão massificados e até criou-se um estereótipo. Essa estética atual dos zumbis precisarem se alimentar de pessoas vivas em filmes e seriados, de as pessoas terem que dar um tiro na cabeça para matá-los de fato, a idéia das zombie walks com pessoas escorrendo sangue e com feridas abertas pelas ruas... tudo sugado das idéias dos filmes de George Romero. Mas o próprio George Romero numa entrevista disse que sua ideia foi distorcida e massificada. "Meus zumbis são só meus e eu não queria fazer parte disso", declarou ele sobre ter sua criação "roubada" e copiada aos milhares.

Zombie Walks não costumam me atrair. Acho legal ver a criatividade do pessoal nos makes e nas roupas. Mas acho que essa coisa de zumbi comer cérebro e carne humana meio pasteurizada. O dia que eu for numa Zombie Walk, eu quero ir com minha versão de zumbi, que tem mais a ver com Frankenstein do que com comedores de cérebro.

Embora fique claro que eu adoro os filmes de George e assista todos! Adoro especialmente A Noite dos Mortos Vivos de 1968, adoro a personagem e a estética adquirida pela personagem Karen Cooper interpretada por Kyra Shon.
Os filmes de George são clássicos terroríficos, e inspiraram a maioria dos filmes de Zumbis dos anos 60 pra cá, estes, se tornaram muito iguais e previsíveis.

O problema que tenho notado é que todo mundo acha lindo e idolatra esse tipo de idéia de zumbi comedor de cérebro e carne humana sem parar pra pensar de onde surgiu isso e achando que zumbi sempre foi assim...
É como foi postado no Gothic Box: cada vez mais somos zumbis de uma sociedade que nos enche de informação e idéias vazias, ouvimos, lemos e dizemos "amém", sem usarmos o cérebro pra termos nossas próprias opiniões.


Zumbis que comem cérebro? É legal só em filme de terror. 
Mas não deve ser o exemplo definitivo do que são zumbis.



Peguei a matéria abaixo nesses links: 1 e 2. Tomei a liberdade de editar os textos e acrecentar algumas opiniões minhas no meio, afinal, algumas de minhas modelos preferidas são citadas na lista abaixo: Kristen McMenamy, Guinevere Von Seenus, Kate Moss e Karen Elson. ;)
  
"Revival" de modelos de décadas passadas questiona ditatura da juventude na moda

A ditadura do mundo da moda costuma estipular padrões de beleza restritos: mulheres magras, lindas e jovens, bem jovens. Recentemente, uma leva de modelos tem mostrado que, mesmo após os 30, 40 ou até 50 anos, ainda é possível manter-se no mercado de trabalho, tanto nas passarelas quanto nas campanhas e editoriais de moda.

A modelo e socialite brasileira Andrea Dellal, 53 anos (mãe da modelo Alice Dellal, que eu adoro! (mais Alice aqui)), desfilou no Rio de Janeiro para a grife da irmã, Patrícia Viera, em maio de 2010. No ano seguinte, tomou a passarela da Issa, em Londres. Andrea já arrancava suspiros da capital inglesa durante a juventude e foi musa do fotógrafo Johny Rosza, quem a fotografou nos braços de Arnold Schwarzenegger, em 1977.


A grife francesa Chanel, comandada pelo estilista alemão Karl Lagerfeld, é um bom termômetro para as mudanças do mercado e importante lançadora de novas tendências. Em seu último desfile,  a marca incluiu no casting veteranas da moda como Stella Tennant, 40, e Kristen McMenamy, 46. Kristen, aliás, esteve na capa das revistas “i-D” e “Vogue” Itália. 



A modelo escocesa Stella Tennant, 40, foi garota-propaganda de quatro grandes marcas para a temporada Verão 2011, entre elas a Chanel, grife para quem tem desfilado com frequência. Em dezembro de 1995, havia levado seus cabelos curtos para a capa da revista "i-D"




Outra modelo que adoro e que foi uma das responsáveis pela onda de cabelos coloridos no mainstream - já que ela reapareceu com os cabelos tingidos de cinza - foi a  modelo norte-americana Kristen McMenamy, 46, que vive o pico da carreira. Além de estampar as capas da "Vogue" Itália (dir.) e i-D de maio de 2011, é uma das estrelas do curta-metragem da Chanel para a coleção balneário 2012. Vinte anos antes, Kristen era garota-propaganda de marcas como Gianni Versace.

 
Outras grifes influentes têm apostado na força (e beleza) dos grandes nomes da moda de décadas atrás. A Louis Vuitton, por exemplo, levou à passarela de sua coleção Inverno 2010 as tops Laetitia Casta, 33, e Elle Macpherson, 48. Já a campanha da mesma temporada contou com Karen Elson, 32, e Christy Turlington, 42, como representantes da mulher idealizada da Louis Vuitton.

Karen Elson (a-dooro!) e seus cabelos ruivos, estampam a foto do meu perfil no blog Moda de Subculturas. Ela também já fez o editorial de Tim Burton, se casou com Jack White na Floresta Amazônica e lançou um álbum pop-rock super respeitável chamado "The Ghost who Walks", o "Fantasma que Caminha" (simplesmente amo esse título!). Você pode vê-la aqui, e  minha omenagem à ela aqui também.
 

A modelo inglesa Karen Elson, 32, estampa capa da revista "Muse" da temporada Verão 2011. Em 1997, era garota-propaganda do perfume Clinique Happy
  






Supermodelos – termo usado para se referir às grandes tops da década 1990 - como Cindy Crawford, 45; Linda Evangelista, 46, e Tatjana Patitz, 45, mantiveram as carreiras aquecidas, mas em trabalhos menos expressivos.


A supermodelo canadense Linda Evangelista, 46, posou para campanha Inverno 2010 da Talbots. Em 1988, posava para a Jil Sander com seu novo corte de cabelo. O estilo curto, apesar de ter inicialmente provocado torcidas de narizes do mercado, foi rapidamente copiado por mulheres em todo o mundo

A alemã Tatjana Patitz ficou conhecida como uma das supermodelos da década de 1990.  Hoje aos 45 anos de idade, a modelo mantém contratos com marcas como a Shiseido e a italiana Marina Rinaldi, voltada para mulheres curvilíneas e menos magras. À esquerda, Tatjana no início da carreira em capa da revista "Cosmopolitan", de agosto de 1989



Os melhores exemplos de carreira longa e constante na moda são os das inglesas Naomi Campbell e Kate Moss. Naomi, aos 40 anos, parece não parar um minuto, seja em viagens a trabalho ou passeio, capas de revista, eventos concorridos e desfiles importantes. Sua conterrânea Kate Moss, 37, continua no ápice e conseguiu driblar até um grande escândalo com drogas em 2005, que lhe custou alguns contratos na época. Pouco tempo depois, porém, já havia conseguido recuperar seu posto em importantes campanhas.



Naomi Campbell, à direita, aos 40 anos, a top aparece nua em capa da revista "GQ" de março de 2011. Em abril de 1988, havia se tornado a primeira modelo negra a fotografar para a capa da "Vogue" francesa.

Eu sou uma admiradora da beleza de Kate Moss. Essa magrelinha baixinha quebrou padrões estéticos na década de 90.  
A top inglesa Kate Moss é das modelos com acima dos trinta anos que manteve a carreira mais consistente. Aos 37, foi capa da prestigiada "Vogue" Paris, na edição maio 2011. Em uma de suas primeiras campanhas, posou para a fragrância Obsession, da Calvin Klein, em 1997.



Outras modelos incríveis que já passaram dos 30 anos:

Uma que acho lindíssima e que você pode ver aqui e aqui é a modelo alemã Claudia Schiffer que é umas das musas do estilista Karl Lagerfeld da Chanel desde a juventude. Claudia, que havia posado para campanhas da grife francesa desde a década de noventa, repetiu a parceria na temporada Verão 2010 (dir.)



Guinevere... sou suspeita pra falar de sua beleza exótica e quase gótica. Já demonstrei minha admiração por ela aqui e postei alguns editoriais com ela como esse aqui, esse e esse.


A norte-americana Guinevere Van Seenus, 33, continua a fazer uma série de campanhas e editoriais de moda, como o Full Metal Glamour, para a "Vogue" chinesa (dir.). Ao lado, a modelo em campanha da Jil Sander de 1996.




Estou pra postar no Moda de Subculturas, uma foto incrível da Milla, aguardem. ;)
Apesar de ter se dedicado mais ao cinema, a modelo Milla Jovovich, 35, mantém a carreira de modelo com alguns trabalhos, como a campanha Verão 2011 do perfume Cashmere Mist, da Donna Karan. Ela foi apresentada ao mundo da moda pelo renomado fotógrafo Richard Avedon, por meio da campanha que assinou para a Revlon em 1986 (Milla é a terceira modelo, da esq. para a dir.)

Shirley é daquelas modelos que eu me lembro desde a adolescencia, quando eu já me interessava por moda e recortava editoriais de revistas. Tenho material dela guardado até hoje... Uma era pré-Gisele Bundchen, aliás, acho Shirley bem mais bonita que Gisele...
 
A brasileira Shirley Mallmann, hoje com 34 anos, brilhou no exterior no fim da década de noventa. Em 2000, ilustrou a campanha do perfume Classique, de Jean Paul Gaultier. Em 2010, retomou a carreira com desfiles para a Colcci, Alexandre Herchcovitch e Adriana Degreas, para quem também fotografou uma campanha.

 



A modelo norte-americana Carmen Dell'Orefice começou sua carreira com apenas 15 anos em 1946 e hoje, ao completar 80 anos, não só caminha sem bengala como desfila nas passarelas com imponência e elegância. O jornal "Huffington Post" e a blogosfera comemoraram nesta sexta-feira com a modelo octogenária, com vários parabéns e elogios como "fabulosa", "linda" e "a mais bela do mundo".
Carmen consolidou sua crescente fama e fortuna com prestigiosas marcas como Chanel, e trabalhou com fotógrafos lendários como Richard Avedon, Irving Penn, Cecil Beaton, e Norman Parkinson. Enquanto outras mulheres de sua idade vivem em asilos para idosos, a modelo americana, agora com cabelo comprido grisalho, continua fazendo sucesso nas passarelas. Desfilou para Alberta Ferretti neste ano, para John Galliano em 2000 e para Hermès em 2004. Não é à toa que a consideram "a modelo viva mais velha" do mundo.




Carmen Dell'Orefice na capa da revista "Vogue" em 1947, aos 16 anos, e desfilando em 2011, aos quase 80





Se é apenas um modismo passageiro ou uma nova fase a ser consagrada na moda mundial (já houve a época das modelos magérrimas, as "heroínas chiques", das saudáveis, as "supermodelos" da década de 1990 e das curvilíneas, com Gisele Bündche), só o futuro próximo dirá. Mas é fato que parece muito mais natural ver mulheres com corpos formados (e não recém-saídos ou ainda na adolescência) e rostos com (por que não?) algumas ruguinhas, sempre belíssimas, anunciarem roupas e perfumes para consumidoras também adultas.

&

Queridos leitores, vocês já notaram que na moda alternativa internacional  também é normal ver modelos acima de 25 ou 30 anos?

Quando penso em modelos alternativas aqui no Brasil (sei que o mercado oficialmente não existe, me refiro quando vejo fotos de garotas auto-intituladas modelos em fotos de marcas ou em  páginas pessoais de sites de relacionamento), sempre vejo menininhas novinhas, entre 15 a 20 anos. 
O que é compreeensível, já que não há marcas alternativas brasileiras que façam roupas pro público alternativo mais adulto. Pois como diz o final do texto acima: "Mas é fato que parece muito mais natural ver mulheres com corpos formados...sempre belíssimas, anunciarem roupas e perfumes para consumidoras também adultas."

Acho que tem um monte de Divas Alternativas acima de 25 anos por esse país, que são lindas e estilosas e mereceriam ter um mercado de moda adaptado pra idade delas para que elas possam se identificar e mesmo trabalharem como modelos. 



Peguei lá no Trashy Help:
Acho o look super style, a camisetona usada como vestido, botona digna... embora o cabelo esteja too much pra minha pessoa.


Mas o que eu achei o máximo foi o batom! Gameeeeeiii!!


Uma coisa assim... super defunta!

Eu acho que já vi essa cor naqueles catálogos da avon de batons de longa duração, mas nunca imaginei que ficasse TÃO legal, fica com a boca em um rosa pálido. Combinado com olhão preto... achei tudo!
Agora quero um batom assiim *-*
Se alguém descobrir a marca desse batom me avisa ;)
... se bem que não vai fazer muita diferença, o primeiro que eu encontrar, mesmo que seja de 1,99 eu vou comprar hahahaha!


Cabelo azul... que linda!
Minha próxima cor de cabelo? Pensando sériamente...

E a outra bonequinha de corda toda costurada, com fitas no cabelo e orelhas de coelhinho... ando vendo muitas imagens de arte alternativa e vou postar mais aqui. É impressionante como tem gente talentosa nesse meio. Pena que não está nas Galerias de Arte. 
Eu poderia abrir uma Galeria de Arte Alternativa, será que teria público?



Tu não muda hein Lita!

Adoro tua roupa, pulseiras, teu colar de caveiras e tua atitude Rock n Roll que tá em falta por aí. 
A renda suavizou o peso dos acessórios e do couro, feminilizou.
Acho que vou te postar no Moda de Subculturas, tá tudo a ver...

 

E estes teus filhos com cara de pestes? Tão a cara do pai.
Vocês são muito mais rock n roll do que a família Osbourne...tenho certeza! 



Quando o pai é rock n Roll nem sempe os filhos são (vide Osbournes e outros tantos rockeiros famosos e seus filhos por aí).
Quando a mãe é rock n roll, a família toda é! Porque é a mãe que educa os filhos, que passa os valores desde o nascimento. Eu sei bem disso, minha mãe é do Rock e todos os filhos dela são também.